domingo, 29 de novembro de 2009
1º Domingo do Advento
sábado, 28 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Nossa Senhora da Medalha Milagrosa
A Medalha Milagrosa teve origem nas Aparições da Santíssima Virgem na Capela da Rua do Bac, Paris em 1830. No sábado 27 de Novembro de 1830, véspera do 1º Domingo do Advento, a Virgem Imaculada apareceu a Santa Catarina Labouré, Filha da Caridade de S. Vicente de Paulo, e confiou-Lhe a missão de mandar cunhar uma Medalha, segundo o modelo que lhe mostrou: "Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo, disse Nossa senhora. As pessoas que a trouxeram com confiança receberão muitas graças, sobretudo se a trouxeram ao pescoço."
Uma difusão imediata e prodigiosa tornou a Medalha conhecida. Inúmeras graças de conversão, de protecção e de cura, foram alcançadas com ela.
Perante isto, o Arcebispo de Paris, Monsenhor de Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da Medalha da Rua do Bac. Deste conclui-se "A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuidas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas, parecem sinais do Céu, que confirmam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha."
Em 1846, e Roma, após a conversão de Afonso Rastisbonne, o Papa Gregório XVI confirmou as conclusões do Arcebispo de Paris.
A Medalha Milagrosa é instrumento da incansável bondade de Maria para com os pecadores e os que sofrem.
Os cristãos que nela souberem meditar, encontrarão um resumo de toda a doutrina da Igreja sobre o lugar de Maria na obra da Redenção e a Sua mediação universal.
mais em:http://jmvportugal.no.sapo.pt/
domingo, 22 de novembro de 2009
Domingo XXXIV do tempo comum
sábado, 21 de novembro de 2009
Fome e sede da tua palavra
Que nunca poderei saciar-me plenamente,
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Relançar
Foi neste passado fim-de-semana que nos juntamos, mais uma vez em Viseu, era sem duvida um momento de grande importância, um ano tinha passado desde a primeira vez que nos tínhamos encontrado, a verdade é que se há um ano havia ideias fixas, hoje essas ideias já não eram principais, apercebo-nos durante este ano que aos poucos e poucos Deus nos ia dizendo o queria, e é com esse espírito que reabrimos mais um ano, mais uma etapa, mais...
Decidimos que Deus será o nosso animador, nos nossos encontros será ele a fazer propostas, por mais pequenas que sejam serão aceites e vividas ao máximo, sem medo, sem duvidas, entregando tudo aquilo que somos naquele momento.
Agora passo a mostrar algumas fotografias do Encontro. São quase todas do almoço com a família da Sandra.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Para reflectir
E todos os animais se aproximaram e disseram:
- Não gostamos de te ver assim triste, pede o que quiser que o terás!
O homem disse:
- Eu quero ter boa visão.
E o abutre respondeu:
- Terás a minha.
- Quero ser forte.
E a onça disse:
- Vais ser forte como eu.
- Eu quero conhecer os segredos da terra.
E a serpente respondeu:
- Eu vou revelar-tos.
E assim foi com todos os animais.
E quando o homem tinha tudo o que eles podiam dar, ele partiu.
E então a coruja disse aos outros animais:
- Agora o homem sabe muito e pode fazer muitas coisas.
De repente tenho medo!
A corça disse:
O homem tem tudo o que precisa, agora sua tristeza vai acabar.
E a coruja respondeu:
- Não! Eu vi um vazio no homem tão grande como uma fome que ele nunca vai saciar, e é isso que o deixa triste, é isso que o faz querer sempre mais.
Ele vai tirando tirando, até que um dia a Terra lhe dirá:
“NÃO EXISTO MAIS E NÃO TENHO MAIS NADA PARA OFERECER”
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Obrigada Senhor por este encontro
Parto deste encontro com a certeza de querer caminhar com este grupo onde Deus me colocou, o qual é para mim uma benção.
Senhor, que nós saibamos responder a estes objectivos que nos propuseram e a que nós nos propusemos para que nós possamos ser um bocadinho da Tua luz para quem encontremos no caminho.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
A TIGELA DE MADEIRA

" Um senhor de idade foi morar com o seu filho, nora e o netinho de
quatro anos de idade.
As mãos do velho eram trémulas, sua visão embaçada e seus passos
vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trémulas e a visão
falha do avô atrapalhavam-no na hora de comer.
Ervilhas caiam da sua colher e caíam no chão.
Quando pegava no copo, o leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.
- Precisamos de tomar uma atitude em relação ao Avô - disse
o filho.
- Já tivemos leite suficiente derramado, barulho de gente
a comer com a boca aberta e comida pelo chão.
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da
cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o resto da família fazia
as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, a sua comida agora
era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes
ele tinha lágrimas nos seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que
lhe diziam eram ásperas e mal intencionadas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.
O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno
estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança:
- O que estás a fazer?
O menino respondeu docemente:
- Oh, estou a fazer uma tigela para ti e para a mãe para comerem,
quando eu crescer.
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles
ficaram mudos.
Então as lágrimas começaram a cair dos seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava
ser feito.
Naquela noite o pai agarrou o avô pelas mãos e gentilmente
conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele passou todas as
refeições com a família.
E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais
quando um garfo caía,ou o leite era derramado ou a toalha da mesa ficava suja. "
Todas as pessoas merecem ser bem tratadas, e serem respeitadas.
domingo, 15 de novembro de 2009
Domingo XXXIII do tempo comum
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Naqueles dias, depois de uma grande aflição, o sol escurecerá e a lua não dará a sua claridade; as estrelas cairão do céu e as forças que há nos céus serão abaladas. Então, hão-de ver o Filho do homem vir sobre as nuvens, com grande poder e glória. Ele mandará os Anjos, para reunir os seus eleitos dos quatro pontos cardeais, da extremidade da terra à extremidade do céu. Aprendei a parábola da figueira: quando os seus ramos ficam tenros e brotam as folhas, sabeis que o Verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o Filho do homem está perto, está mesmo à porta. Em verdade vos digo: Não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão. Quanto a esse dia e a essa hora, ninguém os conhece: nem os Anjos do Céu, nem o Filho; só o Pai»."
domingo, 8 de novembro de 2009
Domingo XXXII do tempo comum
sábado, 7 de novembro de 2009
Venho pedir-te Senhor
Que cuides de alguém muito querido para mim, e que partiu hoje de Portugal em missão, como leiga missionária.
Peço-te que a guardes bem juntinho de ti para que ela sinta sempre a Tua presença em todos os momentos por que ela passe e em todas as pessoas que ela encontre pelo caminho.
Peço-te pela sua família, que os ajudes, e que se sintam aconchegados por ti, neste momento difícil, e que sintam esta missão, como um dom, uma bênção, como uma alegria a partilhar.
Peço-te por nós, amigos, que saibamos acompanhá-la e, através da nossa oração, dar-lhe força para cumprir a sua missão com a maior alegria que Deus pode conceder.
Senhor, cuida bem da Márcia.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Domingo XXXI do tempo comum
a
Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se.
Rodearam-n’O os discípulos e Ele começou a ensiná-los, dizendo:
«Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes,
porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram,
porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa».

